Call of Duty: Black Ops mantém a tradição da série de tiro em primeira pessoa: agrada aos fãs e vende como água no deserto. A produtora Treyarch se aventurou em território desconhecido, ao apresentar uma história que não se passa durante a Segunda Guerra Mundial, como nos games anteriores do estúdio, e sim em um cenário mais “recente”, na década de 60. Isso deu uma boa renovada ao game e foi um alívio para quem já estava saturado do cenário antigo. Modo online de primeira, extras destrancáveis e uma narrativa digna de cinema completam o pacote do game que merece o posto de grande rei da indústria.
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sábado, 25 de fevereiro de 2012
Call of Duty: Black Ops
Call of Duty: Black Ops mantém a tradição da série de tiro em primeira pessoa: agrada aos fãs e vende como água no deserto. A produtora Treyarch se aventurou em território desconhecido, ao apresentar uma história que não se passa durante a Segunda Guerra Mundial, como nos games anteriores do estúdio, e sim em um cenário mais “recente”, na década de 60. Isso deu uma boa renovada ao game e foi um alívio para quem já estava saturado do cenário antigo. Modo online de primeira, extras destrancáveis e uma narrativa digna de cinema completam o pacote do game que merece o posto de grande rei da indústria.
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